Colecionador Kleiton Venhofen

Hoje vamos entrevistar um colecionador da cidade de Passo Fundo.  Kleiton Venhofen nos contou um pouco sobre sua coleção, suas camisas e como a sua coleção ja começou cheia de presentes. Confira.

NaGaveta.com: Como começou a colecionar? Alguém em especial te incentivou?

Kleiton: Minha coleção teve início ainda nos anos 90, quando ganhei camisas de presente, de Natal e aniversário. Comecei ganhando camisas do Internacional (Rhumell 95 presente da avó e Adidas 97 presente dos colegas de aula), Seleção Brasileira (Umbro 96) e um time de futsal aqui de Passo Fundo (APE/ UPF, em 1998). De início, então, tive o estímulo de meus familiares, seja pai, mãe, vó ou mesmo colegas de aula. Com o passar do tempo, comecei a adquirir.

NaGaveta.com: : Sua coleção tem algum foco específico?

Kleiton: Acho que por ter começado sem um foco, mantive até hoje esse modelo. Tenho, então, camisas de futebol de campo, futsal, escolinhas, times amadores. Seja de treino, loja ou jogo. Retrô, de época ou atual. O que importa é ser de futebol/ futsal. E isso, sem dúvida, me ajudou no grande número de camisas que eu ganho até hoje.

Os Destaque da Coleção

NaGaveta.com: Qual camisa você destaca na sua coleção?

Kleiton: A joia da coleção, por assim dizer, é a camisa do Internacional 1980-1982. Modelo Adidas, foi usada em jogo pelo Mauro Galvão, no início de 1982. Então, foi presenteada a um tio de minha namorada que, quando soube que eu tinha uma coleção, há pouco tempo, me deu a camisa. Mas destaco outras, como dos times mexicanos Jaguares Chiapas (2006), Venados de Yucatán (2001) e Pumas UNAM (1993), todas ganhadas de jogadores.

As Camisas destacadas por Kleiton. Inter (Em destaque), na sequencia Jaguares, Venados e Pumas.

NaGaveta.com: Quantas camisas você tem no Total? O que seus amigos e familiares pensam sobre sua coleção?

Kleiton: Atualmente são 208 camisas, das mais variadas. Bem, todo mundo sempre me dá muito apoio, embora a coleção desperte certa curiosidade nas pessoas. Sempre me perguntam como eu as consigo, como eu as guardo, essas coisas. Mas eu sempre recebo apoio para seguir com a coleção.

NaGaveta.com: Acha que te atrapalha não ter um foco ou ajuda?

Kleiton:  No meu caso, acho que não ter um foco me ajuda. Pois, como ganho um número legal de camisas, as pessoas se sentem até felizes por me presentearem. E, por não ter foco, tenho na coleção desde camisas de times amadores aqui de Passo Fundo até camisas importantes, usadas em jogo, como Flamengo, Goiás, Remo, ABC, Ituano, Volta Redonda… Se eu tivesse um foco, com certeza não ganharia tantas.

Camisa ganha em uma pergunta

NaGaveta.com: Alguma história curiosa de como conseguiu alguma de suas camisas?

Kleiton:  Ah, sempre temos histórias interessantes. Tenho uma rápida, que encontrei o prefeito da cidade. Ele tinha visto minha coleção no facebook e disse que arranjaria uma da Portuguesa. Após voltar de São Paulo, trouxe a camisa. Mas a melhor história é da camisa do Inter 1981-1982. Estava eu visitando a família da minha namorada Nathalia, em Lagoa Vermelha. Um tio soube da minha coleção e disse que tinha uma camisa do Inter, ganhada do Mauro Galvão, mas não sabia onde ela estava. Eu “pus uma pressão”, ele procurou, a encontrou. Era uma Adidas, clássica e linda. Disse que me daria se eu respondesse certo por qual motivo ela tinha os ramos sobre o símbolo. Eu disse que eram alusivos ao tricampeonato invicto de 1979. Voltei para casa com a camisa!

Por fim gostaria de agradecer a todos que me ajudaram na minha coleção e a todos que já me presentearam.

Camisas de Jogo da coleção de Kleiton

 

Emerson Morelli

Fanático por futebol desde garoto, o colecionismo se tornou uma extensão disso.

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