O advogado do Diabo

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Muito se tem batido em Neymar nos últimos anos. Qualquer coisa que o atacante da seleção brasileira faça é alvo de críticas e polêmicas, mas uma coisa que pouco se fala é o quanto batem nele dentro das quatro linhas.

Hoje pela manhã o twitter do B/R Football postou uma imagem que, no mínimo, faz o fã do futebol pensar. Na postagem abaixo aparece a imagem do brasileiro com indicações de todas as lesões sofridas desde a copa do mundo de 2014 no Brasil, foram um total de 18 lesões que o tiraram de 71 jogos até agora, já que com a lesão de ontem o número de partidas perdidas vai aumentar.

Já sou um defensor do estilo de jogo ofensivo e ousado desde sempre. O que me deixa muitas vezes intrigado com a quantidade de pessoas que defendem a “lei de respeito” entre os jogadores, onde uma jogada de efeito como um chapéu, elástico ou caneta é visto como um crime hediondo pelos pernas de pau que, infelizmente, são a maioria dos jogadores de futebol.

Outra coisa que me chama a atenção é a conivência da arbitragem com essas jogadas desleais e quase sempre violentas, vejo árbitros punindo simulações com muito mais rigor e virilidade do que as punições aplicadas aos carrinhos que costumam levar o adversário ao departamento médico.

Ao ver essa imagem hoje parei para pensar e percebi o quanto Neymar apanha dentro do campo, pelo simples fato de ser habilidoso e usar sua habilidade contra os adversários. Na partida contra o Catar, antes dele sair lesionado, sofreu pelo menos três entradas violentas, em menos de quinze minutos de jogo, isso não deveria ser o normal.

Na última lesão jogando pelo Paris Saint-Germain, antes de ser machucado pelo adversário e o juiz aplicar a falta, ele levou três botes no pé que viria a fraturar novamente, volto a dizer que isso não pode ser normalizado, isso passa longe de ser leal, inclusive.

Me cansa ver os comentaristas esportivos ainda falarem que ele está errado, que prende muito a bola, que dá dribles desnecessários e por aí vai, quando deveriam estar desmascarando esses criminosos que calçam chuteiras e se dizem jogadores.

O que você leitor Na Gaveta acha? Você é a favor do futebol alegre com dribles, jogadas de efeito ou preferem o futebol de virilidade jogado sério e com objetividade, comenta aí.

Rodrigo Pedrosa

Membro da família Na Gaveta, apaixonado por esportes, colunista do Manchester United no Manchester United Brasil, colecionador, Pai de Alice e Carol, atleta de handebol no Clube Português do Recife...

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2 Responses

  1. Behold is nice present for win. nagaveta.com
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  2. Essa crônica vem de uma certa forma,
    distinguir o craque original do jogador de bola de chuteiras, porém com os padrões técnicos e que se dizem evolutivos. Portanto, eu porém, fico do lado do craque que me faz no mínimo ,gastar e pagar satisfeito, os kilowalts de energia para vê-lo dar espetáculo.
    Acima dito, é verdade e dou fé.

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