Os Novatos do Maior Galo do Brasil

Do celeiro de talentos do Vasco da Gama para outro time alvinegro. Hoje escalamos a seleção com os novatos do maior galo do Brasil. Através desses 11 grandes jogadores do Clube Atlético Mineiro, vamos ver muita qualidade e amor ao clube.

Goleiro

No gol quase 20 anos de dedicação ao Galo. Kafunga fez 335 jogos pelo Atlético. Dizem que tinha mais sorte que juízo, certa vez fez uma defesa dando uma bicicleta e tirando a bola da meta. Foi oito vezes campeão mineiro e um dos campeões do gelo.

Zaga

Nesse time do Galo vamos com três zagueiros na zaga. Pela direita o sempre dedicado e raçudo Grapete. Foram 486 jogos pelo time alvinegro e nenhum gol marcado. Mas Grapete tinha consciência de seu papel em campo. O importante segundo ele era não deixar o time sofrer gols, Foi campeão brasileiro de 1971. Lateral-esquerdo na zaga Vantuir virou zagueiro com Telê Santana que percebeu muito talento e o porte físico ideal para a posição. Foi companheiro de Grapete no título brasileiro de 1971. Tinha bom poder de marcação e qualidade com a bola. Foi convocado inúmeras vezes para a seleção brasileira, porém teve uma fratura na tíbia. Ficou apenas 5 anos no Galo. Fechando a zaga Cleber de marcante passagem pelo Palmeiras nos anos 90 começou sua carreira no Atlético-MG, onde passou pouco tempo. O zagueiro ficou marcado por muitos títulos por onde passou, além de muita raça.

Meio-Campo

O meio-campo começa com um jogador que já entrava com o Galo debaixo do braço e além disso sempre que procurado por outros clubes nunca cogitou deixar o Galo. Zé do Monte foi jogador do alvinegro entre as décadas de 40 e 50 conquistando por oito vezes o título mineiro, foi o capitão do time campeão do gelo. Ao lado dele classe, raça e um folego de dar inveja, esse era Toninho Cerezo. O volante que marcou seu nome com muitas conquistas no futebol mundial, defendeu o Galo por 451 vezes e marcou 77 gols. Chegou a brigar com a torcida quando jogou no rival, mas fez as pazes quando voltou para encerrar a carreira.

Um pouco mais a frente, a classe e o futebol exuberante de Marcelo Oliveira. O jogador teve uma carreira irregular no Atlético-MG entre idas e vindas da reserva, mas sempre mostrou um belo futebol. Foram 285 jogos e 104 gols pelo Galo. Ao lado dele Said, considerado até hoje um dos maiores jogadores da história do Galo era o meia-direita do famoso “Trio Maldito” dos anos 20 e 30. Said é o sexto maior artilheiro da história do Atlético com 142 gols.

Ataque

O trio de ataque começa com os outros dois integrantes do “Trio Maldito junto com Said. Mário de Castro, era um jogador descrito como habilidoso e de uma finalização impressionante. Terceiro maior artilheiro da história do clube com 195 gols, recusou por inúmeras vezes propostas de outros clube para se tornar profissional. Só se despediu do Galo quando se tornou médico e começou a exercer a profissão. Chegou a recusar defender a seleção brasileira na Copa de 1930, disse que só deixaria o Galo se fosse titular e acabou não indo. Ao lado dele Jairo completava o trio que infernizava as zagas por todo o estado mineiro. Ao todo o “Trio Maldito” marcou 450 gols com a camisa alvinegra.

Para completar esse time um gênio. Assim pode ser definido Reinaldo o eterno Rei. É o maior artilheiro da história do Atlético. Foram 275 gols pelo alvinegro e uma idolatria quer era quase uma loucura. Foi oito vezes campeão mineiro. Infelizmente teve muito problemas no joelho quando a medicina ainda não era tão moderna como hoje. Seu Reinado poderia ter sido muito maior, mas com certeza Reinaldo é o dono da coroa no Atlético-MG.

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